Vitamina D 11 sintomas de deficiência desse nutriente

Nutriente previne 17 tipos de câncer e pode ser um tratamento para doenças autoimunes

 

A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel essencial para o corpo humano e sua ausência pode proporcionar uma série de complicações. Afinal, ela controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular. A principal fonte de produção da vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância. Alguns alimentos, especialmente peixes gordos, são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe. Ela também pode ser produzida em laboratório e ser administrada na forma de suplemento, quando há a deficiência e para a prevenção e tratamento de uma série de doenças.

Esta substância ainda age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas não transmissíveis, entre elas a síndrome metabólica que tem como um dos componentes o diabetes tipo 2.

A vitamina D foi denominada desta forma em 1922, pois naquela época acreditava-se que ela só poderia ser obtida por intermédio da alimentação. Ela foi batizada de D por ter sido a quarta substância descoberta, depois das vitaminas A, B e C. A partir da década de 1970 os pesquisadores descobriram que a vitamina D poderia ser sintetizada pelo organismo, ou seja, na realidade ela é um hormônio, não uma vitamina.

Sinais de deficiência de vitamina D

A vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular, a falta deste nutriente favorece 17 tipos de câncer. Veja outros benefícios:

1. Depressão

Baixos níveis da vitamina já foram associados a doenças cardiovasculares e neurológicas. Agora, psiquiatras do UT Southwestern Medical Center, no Texas, Estados Unidos, encontraram ligação entre baixos níveis de vitamina D e depressão. Os resultados foram publicados no periódico Mayo Clinic Proceedings.

Os pesquisadores, que trabalham no Cooper Center Longitudinal Study, examinaram os resultados de quase 12.600 participantes de estudos feitos entre 2006 e 2010. Depois de cruzarem os dados, eles descobriram que níveis mais elevados de vitamina D estavam associados a um declínio significativo do risco de depressão, em especial entre pessoas que já possuíam um histórico da doença. Os especialistas, entretanto, ainda não chegaram a uma quantidade exata do nutriente capaz de diminuir os sintomas da depressão.

2. Problemas nos ossos

A vitamina D é necessária para a absorção do cálcio pelos ossos. Pessoas com deficiência de vitamina D chegam a aproveitar 30% menos de cálcio proveniente da dieta. O cálcio é responsável por fortalecer ossos e dentes. A deficiência deste nutriente pode causar o raquitismo na infância e a osteoporose na vida adulta. Um exemplo da importância da combinação dessas duas substâncias é que sempre que a recomendação de suplementação de cálcio é recomendada ela é feita juntamente com a vitamina D para atuar na absorção do mineral.

Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com 40.000 pessoas com mais de 65 anos observou que a suplementação de vitamina D reduz em 20% o risco de fraturas no quadril e em outras regiões com exceção da coluna vertebral.

3. Doenças do coração

A vitamina D participa do controle das contrações do músculo cardíaco, necessárias para bombear o sangue para o corpo. Além disso, ela permite o relaxamento dos vasos sanguíneo e influencia na produção do principal hormônio regulador da pressão arterial, a renina.

A falta da vitamina D pode levar ao acúmulo de cálcio na artéria, favorecendo o risco de formação de placas. Com todas essas questões, as chances de desenvolver doenças cardiovasculares como insuficiência cardíaca, derrame e infarto são maiores em pessoas com deficiência de vitamina D.

Uma pesquisa feita com 50.000 homens pelo Harvard School of Public Health durante dez anos observou que aqueles que tinham deficiência em vitamina D possuíam duas vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco do que os homens que não tinham a deficiência.

4. Risco na gravidez

A vitamina D é muito importante para as gestantes. No primeiro trimestre a falta dela pode levar a abortos. Em casos de abortos múltiplos no início da gravidez, pode ser que o sistema imunológico da mãe esteja rejeitando a implantação do embrião. Como a vitamina D age no sistema imunológico, ela pode corrigir este problema.

Além disso, no final da gravidez, a ausência da vitamina D pode causar a pré-eclâmpsia, doença na qual a gestante desenvolve a hipertensão. Afinal, esta substância influência na produção da renina, principal hormônio regulador da pressão arterial. A falta de vitamina D também aumenta as chances da criança ser autista, pois ela é importante para o desenvolvimento do cérebro do bebê.

Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition feita com mais de 1000 gestantes, observou que quando a mulher ingere a vitamina D os riscos do bebê desenvolver problemas respiratórios diminuem.

Outro estudo feito pela Universidade da Carolina do Sul, dos Estados Unidos, com 500 gestantes observou que o suplemento de vitamina D previne problemas como diabetes gestacional, parto prematuro e infecções.

5. Diabetes

O fato da vitamina D influenciar a produção de renina também é interessante para prevenir o diabetes, pois a falta desta substância favorece a doença. Além disso, a produção de insulina pelo pâncreas requer a participação da vitamina D.

Como a diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, a vitamina D torna-se interessante por ser um imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo.

Um estudo realizado pelo Institute of Child Health da Inglaterra acompanhou 10.000 crianças finlandesas desde o nascimento e observou que aquelas que receberam regularmente suplementos da vitamina tiveram 90% menos chances de desenvolver diabetes tipo 1.

6. Prejudica a força muscular

A vitamina D contribui para a força muscular, portanto, sua ausência leva a perda dessa força e aumenta o risco de quedas e fraturas. Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com pessoas acima de 65 anos observou que o consumo de vitamina D pode diminuir o risco de quedas em 19%.

7. Doenças autoimunes

A vitamina D já está sendo utilizada no tratamento de doenças autoimunes, condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. A vitamina D é um imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo. O tratamento de doenças autoimunes com vitamina D é algo recente, mas é visto por especialistas como um grande avanço da medicina.

Algumas das doenças autoimunes que podem ser tratadas com altas doses de vitamina D são: esclerose múltipla, artrite reumatoide e problemas oftalmológicos que podem comprometer seriamente a visão do indivíduo e para os quais o tratamento costumava ser muito difícil.

O neurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), já tratou cerca de 1.200 pacientes com esclerose múltipla e muitos outros com diferentes tipos de doenças autoimunes utilizando principalmente o tratamento com doses de vitamina D.

O tratamento pode não só evitar que a doença avance como também proporcionar a recuperação de sequelas recentes. Tudo irá depender da doença e do tempo que a pessoa tem as sequelas, por isso o quanto antes iniciar o tratamento, melhor.

É importante ressaltar que este tipo de tratamento com suplementos de vitamina D deve ser realizados somente por médicos, pois o consumo em excesso da substância por conta própria pode causar sérios problemas para a saúde.

Outro estudo publicado no Journal of The American Medical Association feito com 7 milhões de norte-americanos constatou que o consumo de suplementos de vitamina D está associado ao menor risco de esclerose múltipla.

8. Câncer

A falta de vitamina D favorece 17 tipos de câncer, como os de mama, próstata e melanoma. Isto ocorre porque a substância participa do processo de diferenciação celular, que mantém as células cardíacas como células cardíacas, as da pele como da pele e assim por diante. Desta maneira ela evita que as células se tornem cancerosas. Além disso, a vitamina D ainda promove a autodestruição das células cancerosas.

Por essas razões, alguns estudos mostraram que além de prevenir o câncer, o consumo de altas doses dessa substância pode ser eficaz no combate a determinados tipos de câncer. Porém, neste caso também é necessário que a ingestão dos suplementos de vitamina D sejam realizados com o acompanhamento médico.

De acordo com o National Cancer Institute dos Estados Unidos há diversos estudos que apontam que a vitamina D é uma aliada no tratamento do câncer, especialmente do colorretal, de próstata e do seio. Porém, o instituto também diz que ainda são necessários mais estudos.

9. Autismo

Como a vitamina D é importante para o desenvolvimento do cérebro, ela ajuda a prevenir o autismo durante a gestação. Caso a pessoa tenha esta condição, continua interessante que ela obtenha a vitamina D, o que muitas vezes não ocorre facilmente por meio da exposição solar, fonte da substância, pois o indivíduo passa muito tempo em ambientes fechados.

Um estudo realizado pelo Children?s Hospital Oakland Research Institute, nos Estados Unidos, observou que três hormônios do cérebro que afetam o comportamento social, serotonina, ocitocina e vasopressina, são ativados pela vitamina D.

10. Gripes e resfriados

Este benefício tem sido estudado com base em alguns problemas causados pela falta de vitamina D. Crianças com deficiência de vitamina D tem mais chances de desenvolver infecções respiratórias. Já adultos com menores quantidades de vitamina D contraem mais resfriados e problemas no trato respiratório.

Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition que contou com a participação de 340 crianças japonesas durante quatro meses observou que os riscos de contrair gripe diminuiu no grupo que ingeriu o suplemento de vitamina D.

11. Risco de morte prematura

Uma pesquisa publicada no Archives odfInternal Medicine sugere que tomar suplementos de vitamina D podem reduzir as taxas de mortalidade. O estudo observou o resultado de 18 estudos que contaram no total com cerca de 60.000 participantes e constatou que o consumo de suplementos de vitamina D diminui em 7% o risco de mortalidade por qualquer causa.

Como obter a vitamina D

Apesar de estar presente em alimentos de origem animal, estas comidas não possuem a quantidade de vitamina D que o organismo necessita. Por isso, para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional a quantidade de pele que está exposta.

Ao se expor ao sol para obter a vitamina é importante não passar o filtro solar. Para se ter uma ideia, o protetor fator 8 inibe a retenção de vitamina D em 95% e um fator maior do que isso praticamente zera a produção da substância. Para evitar o câncer de pele, após os 15 a 20 minutos recomendados para obter a vitamina, passe o protetor solar.

As janelas também atrapalham a absorção da vitamina D. Isto porque os raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem atravessar os vidros.

A exposição ao sol da maneira recomendada irá proporcionar as 10 mil unidades de vitamina D. Como a exposição solar já irá proporcionar boas quantidades da substância, é importante que a necessidade do indivíduo seja analisada por um profissional da saúde a fim de saber se apenas o sol é o suficiente ou se é preciso uma alimentação rica na substância ou suplementação.

 

Fonte: Minha Vida.

 

10 dicas para manter os joelhos saudáveis depois dos 40 anos

Após essa fase da vida, os joelhos começam a perder a cartilagem e a prática de atividades físicas exige cuidados

 

Atividade física sem supervisão, falta de alongamento, sobrepeso, histórico genético e a idade podem ser responsáveis por diversas lesões nos joelhos. O último fator citado, por exemplo, tende a ser determinante para manter a qualidade de vida equilibrada. Depois dos 40 anos de idade, os joelhos começam a perder a cartilagem, reflexo do início de desgastes nas articulações.

Escute com atenção e siga as recomendações, mesmo que isso signifique atrasar um pouco o início da retomada dos exercícios ou até aprender um novo esporte. Seus joelhos agradecerão!

Olhar a balança com atenção

Na balança, veja como está seu peso em relação à altura. Lembre-se que as articulações dos membros inferiores são responsáveis por carregar o peso do corpo durante os deslocamentos. Sofrem com isso sempre que ele estiver mais do que 10% acima do ideal para sua idade e, principalmente, se esse acréscimo é às custas de massa gorda. Essa condição não impede a prática de exercícios, mas exige adaptações para compensar a sobrecarga que o corpo precisa suportar.

Cuidado com as doenças degenerativas

Cuide para que as doenças degenerativas, como artrite e artrose, não se instalem ou não progridam. As degenerações dos joelhos se aceleram naqueles que têm sobrepeso ou são classificados como obesos. Essas artrites também se desenvolvem mais rapidamente nos sedentários, ou seja, se relacionam intimamente com o número de horas em que você permanece sentado. Torne seu dia a dia mais ativo. Deixe o ônibus ou o carro de lado e vá a pé sempre que possível. Suba de andar pela escada, deixando o elevador para os que realmente precisam.

Cuidados durante o exercício

Cuide bem da maneira como você caminha e corre. Erros mecânicos, na proporcionalidade dos diversos segmentos do corpo durante a caminhada ou corrida, podem se revelar em dores localizadas na articulação dos joelhos.

Se você tiver acesso a análise da marcha, ótimo. Se não, seu médico, através do exame físico, poderá analisar inclinações (laterais, anteriores e posteriores), desvios, retrações que estão alterando essa mecânica e produzindo a dor que tanto incomoda.

Mantenha a força

Mantenha sempre a força dos músculos que movimentam os joelhos. Exercícios de resistência regularmente garantem a função de estabilidade secundária (a primária cabe aos ligamentos) dos joelhos. Músculos bem desenvolvidos ajudam também a distribuir os nutrientes necessários para a saúde da cartilagem articular.

Amplitude e flexibilidade

Mantenha sempre a amplitude de movimento e a flexibilidade dos joelhos. Isso representa um arco de movimento de -10 graus (ou seja, 10 graus de extensão) até 120 graus de flexão. Mantendo os joelhos flexíveis, podemos distribuir melhor a carga sobre a cartilagem articular, de maneira uniforme, sem que pontos isolados sofram com sobrecargas excessivas, enquanto outros não sofrem nenhum tipo de pressão.

Ter um bom condicionamento físico

Mantenha o condicionamento físico em dia. A boa perfusão dos vasos periféricos obtida com os exercícios aeróbios se encarregará de levar para todos os tecidos os nutrientes necessários para um bom desempenho da articulação do joelho. Essa rede de vasos sanguíneos, recrutada pelos exercícios aeróbios, também se encarregará de remover as células desgastadas e estimular a sua substituição por novas.

Valorize a dor

Caso aconteça a dor, ela pode servir de alerta para uma doença que se avizinha e, que se for surpreendida no seu início, geralmente é de tratamento mais fácil. Caso a dor seja leve a ponto de não mudar suas rotinas de trabalho e esporte, não inspiram maiores cuidados. No entanto, a persistência por dias seguidos e o agravamento da intensidade da dor a ponto de alterar sua rotina diária, exigirá uma consulta médica para descobrir o seu motivo e iniciar tratamento e recuperação o mais precoce possível.

Não desista dos esportes

As atividades físicas são de extrema importância para manter uma rotina saudável e equilibrada. Por isso, aproveitar o esporte com cautela e adotar os cuidados que citei acima são atitudes que irão ajudar a adaptar suas condições atuais à prática escolhida.

 

Fonte: Minha Vida.

13 alimentos para controlar o colesterol alto

Esta turma equilibra as taxas e mantém longe as doenças do coração

 

A dupla hábitos alimentares saudáveis e prática regular de exercícios físicos é capaz de manter as taxas de colesterol bom (HDL) e ruim (LDL) em perfeito equilíbrio, afastando de perto o risco de infarto e derrame cerebral, além de outras doenças como o Mal de Alzheimer. Quem sofre com o problema sabe bem que a solução para este mal não está nas pílulas. Nem que você siga à risca os horários e as doses dos remédios, sem controlar a alimentação, as taxas de colesterol jamais entram nos eixos. Mas o contrário até pode acontecer: há quem aprenda a montar pratos saudáveis e, desta forma, passe longe da farmácia. A seguir, confira a lista de alimentos, para encampar uma batalha contra o colesterol alto e sair vencedor (sem, é claro, abrir mão de comer bem).

Peixes

Eles são excelente fonte de ácido graxo ômega 3, um tipo de gordura boa, do tipo insaturada, encontrada nos peixes de água fria, como salmão, atum e truta. “A gordura insaturada ajuda na redução dos níveis de triglicerídeos e colesterol total do sangue; reduz o risco de formação de coágulos, além de tornar o sangue mais fluido; sendo, portanto, importante aliada na prevenção das doenças cardiovasculares”, explica nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

Aveia

Além das fibras insolúveis, a aveia contém uma fibra solúvel chamada betaglucana, que exerce efeitos benéficos ao nosso organismo. Ela retarda o esvaziamento gástrico, promovendo maior saciedade, melhora a circulação, controla a glicemia (açúcar no sangue) e inibe a absorção de gordura (colesterol). “A aveia diminui as concentrações de colesterol total, lipídios totais e triglicerídeos de forma significativa e aumenta a fração do bom colesterol (HDL)”, explica nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

Oleaginosas

Nozes e castanhas apresentam grande quantidade de antioxidantes, responsáveis por combater o envelhecimento celular e prevenir doenças coronárias, além de diversos tipos de câncer. A arginina, também presente em quantidades interessantes nas oleaginosas, atua como importante vasodilatador, contribuindo para a redução do risco de desenvolvimento de doenças do coração.

Chocolate amargo

O leite e a manteiga de cacau acrescentam doses de gordura saturada na guloseima que provoca arrepios de desejo, principalmente nas mulheres. Mas o chocolate amargo pode fazer parte da sua dieta, porque é rico em flavonóides (substâncias que diminuem o LDL). Diariamente, inclua 30g do doce como sobremesa. Só não vale compensar: a porção de hoje não fica acumulada para amanhã, ou seu organismo não dá conta de aproveitar os benefícios.

Azeite

É fonte de ácido oléico, que regula as taxas de colesterol e protege contra doenças cardíacas. Faz bem ao aparelho cardiocirculatório e para controlar o diabetes do Tipo 2, reduzindo a taxa glicêmica. É também uma grande fonte de antioxidantes, como a vitamina E.

Alcachofra

Suas fibras são resistentes à ação de enzimas e por isso apresentam muitas vantagens, entre as quais: diminuição dos níveis de colesterol e triglicérides sanguíneos ; redução do risco de obesidade e diabetes, fatores de risco para a saúde do coração. Uma porção de 100 g possui apenas 50 calorias. “Como ela ajuda na quebra de gorduras e no controle do colesterol, é bastante recomendada para prevenir doenças cardíacas”, explica a nutricionista nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

Laranja

Ela não é boa só para gripes e resfriados. Um estudo realizado pela Universidade de Viçosa, em Minas Gerais, e publicado na revista American Heart Association, concluiu que os flavonoides, substâncias antioxidantes presentes na fruta, diminuem os níveis de LDL (colesterol ruim) no organismo, pois limitam a absorção do colesterol no intestino.

Vinho

A ingestão moderada da bebida (uma a duas doses por dia) promove elevação de aproximadamente 12% nos níveis de HDL, colesterol bom, semelhante à encontrada com a prática de exercícios. “A maioria dos efeitos protetores do vinho tinto são atribuídos aos flavanoides, que possuem propriedades antioxidantes, vasodilatadoras e anti-coagulante plaquetária”, diz Ana Maria.

Linhaça

A semente é um dos alimentos mais ricos em ômega 3, por isso, é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, e evitar coágulos ao diminuir as taxas de colesterol total e de LDL colesterol (ruim) e aumentar as de HDL colesterol (bom). Os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada, já que sua casca é resistente à ação do suco gástrico e passa sem sofrer digestão no trato gastrointestinal.

Canela

Pesquisadores da Kansas State University, nos Estados Unidos, constataram que consumir meia colher de sopa por dia desta especiaria tem papel importante no combate ao colesterol ruim (LDL). Os pesquisadores acreditam que tal redução é resultado da ação dos antioxidantes presentes na canela.

Soja

Além de ajudar a controlar problemas hormonais para as mulheres que estão na menopausa, a soja é uma excelente opção para quem quer proteger o coração: “ela ajuda a diminuir o colesterol ruim (LDL), aumenta o colesterol bom (HDL) e fortalece o organismo de infecções”, explica nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

Açaí

Apesar do alto teor de gordura do açaí, trata-se em grande parte de gorduras monoinsaturadas (60%) e poli-insaturadas (13%). Estas gorduras são benéficas e auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e melhoram o HDL, contribuindo na prevenção de doenças cardiovasculares, como o infarto. Cada 100g do fruto tem 262 calorias. “O açaí tem gorduras que fazem bem para a saúde e por isso deve ser incluído no cardápio, porém, o ideal é consumi-lo sem adição de complementos muito calóricos, isso ajuda a manter a dieta”, sugere Robert Stella. Gorduras: 52%, Fibras: 25%, Proteínas: 10%.

Chá

Principalmente o chá verde, pois os flavonoides, encontrados nesse tipo de chá, funcionam como antioxidantes e ajudam a prevenir a inflamação dos tecidos. Estas substâncias também podem proteger contra a formação de coágulos, que são as principais causas de ataques do coração.

 

Fonte: Minha Vida.

Oito mitos sobre a prática de exercícios físicos

É ruim beber água durante a prática de exercícios? Abdominais queimam mesmo a gordura da barriga? Afinal, qual é o esporte mais completo que existe? São muitas as dúvidas que circulam nas academias e entre os grupos de treino. Por isso, o Minha Vida conversou com o personal trainer Adriano Braga Coronato, que não só esclareceu mitos como ainda deu dicas de como aperfeiçoar o treino com o objetivo de emagrecer.

 

Você sabe que o treino funcionou se sentir dores no dia seguinte

“A dor que sentimos nos primeiros dias de treino está associada ao novo estímulo a que nosso corpo foi submetido, mas a sua persistência pode indicar que os exercícios têm sido feitos de maneira incorreta”, explica o personal Adriano.

Essa sensação é normal na primeira e até na segunda semana de treino, mas a sua constância não faz sentido após a aquisição de um condicionamento físico regular. Posteriormente, como o aumento da intensidade dos exercícios ou mesmo com a mudança da atividade, elas podem voltar, mas, novamente, por um curto período de tempo.

 

Fazer abdominais queima a gordura da barriga

“Todos os exercícios localizados têm como função trabalhar uma musculatura específica e não a queima de gordura”, aponta Adriano Coronato. Assim, quando fazemos abdominais, estamos apenas contraindo e relaxando os músculos do abdômen. Para eliminar a gordura, a melhor solução é investir em exercícios aeróbicos.

O profissional ainda acrescenta que um abdômen desenvolvido contribui para a melhoria da postura, uma vez que quem não apresenta essa região do corpo trabalhada realiza uma espécie de compensação dos esforços físicos com a lombar.

O treino rende mais se for feito com o corpo envolto em plástico ou agasalhos

Não é porque você sente mais calor ou transpira mais que está fazendo o treino render mais. Segundo o personal, isso significa apenas que a perda de água – e não de gordura – está sendo maior. Mesmo que os ponteiros da balança evidenciem um singelo aumento na perda de peso, ele será recuperado assim que a pessoa se hidratar.

 

É ruim beber água durante a prática de exercícios

De acordo com Adriano, é fundamental hidratar-se durante a prática de exercícios. Afinal, você perde água e nutrientes enquanto malha. Além disso, o consumo de água está associado a uma maior resistência muscular, à regulação da temperatura corporal e à prevenção de cãibras. “Em treinos puxados, é recomendada a ingestão de 500 ml de água ou de algum isotônico a cada meia hora de exercícios”, explica.

O personal ainda complementa que, em treinos de curta duração, a pessoa pode até esperar o término da atividade para beber água, mas, no caso daqueles de longa duração, torna-se necessária a hidratação durante o treino com água e isotônicos, que também irão repor os sais minerais perdidos.

 

Musculação engorda

Ganhar peso não significa engordar. Quem malha fica mais pesado porque está ganhando massa muscular, e não gordura. Como esclarece o personal, há uma mudança positiva da composição corporal: você perde medidas sem necessariamente perder peso. O profissional também ressalta que não adianta investir em um treino de musculação e não equilibrar a dieta. Quem tem uma alimentação desregrada, que excede o número de calorias que o treino é capaz de queimar, naturalmente irá engordar.

 

Fazer exercício de curta duração não traz benefício

Para praticarmos exercícios, precisamos de energia, cujas fontes estão estocadas em nosso corpo sob três formas: creatina fosfato (consumida prioritariamente no primeiro minuto de treino), glicogênio (consumido prioritariamente entre um e 30 minutos de treino) e gordura (consumida prioritariamente após os 30 minutos de treino).

Em outras palavras, esses três “combustíveis” são queimados simultaneamente durante o treino, mas, como há uma preferência do corpo em utilizar mais um do que outro,  algumas pessoas entendem que só valeria a pena se exercitar se a atividade durasse mais do que 30 minutos. Para perceber como é equivocada essa ideia, o personal Adriano conta que um treino forte de 20 minutos queima mais gordura do que uma caminhada lenta de uma hora. Por isso, o tempo é importante, mas não define tudo.

 

A natação é o esporte mais completo que existe

Não existe um esporte que seja mais completo que outro. Cada modalidade é adequada a determinado tipo de pessoa e será mais indicada dependendo do objetivo de quem treina. Alguns querem queimar gordura, outros desejam ter um corpo definido e há aqueles que praticam esportes, sobretudo, pelo bem-estar e convívio social que ele proporciona. O importante é se permitir experimentar diferentes modalidades para, um dia, encontrar aquilo que te traz total satisfação.

 

Quanto mais exercício fizer, mais rápido irá emagrecer

Embora exercícios sejam importantíssimos para a saúde e representem um meio efetivo de emagrecimento, Adriano Braga explica que o carro chefe para atingir tal meta é a dieta. “O exercício muda a composição corporal, mas é fundamental seguir uma alimentação balanceada, ou seus resultados serão mínimos”, aponta.

Se o objetivo é perder alguns quilinhos, ele recomenda treinos não muito longos, mas de forte intensidade, pois o gasto calórico será maior.

 

Fonte: Minha Vida.

Barriga chapada dicas para tonificar o abdômen e ter saúde

Muita gente sonha com a tal “barriga chapada” e, por isso, muitos exercícios para esta finalidade começaram a fazer parte do treino de homens e mulheres que desejam ter a musculatura do abdômen cada vez mais forte e malhada. Mas será que é possível conquistar benefícios que vão além da estética?

Eu costumo dizer que grande parte dos benefícios se limitam aos estéticos, mas destaco que fortalecer essa musculatura ainda auxilia na boa mobilidade corporal em conjunto com os outros músculos do tronco. Mas, antes de entrarmos nesse mérito, quero esclarecer que existem alguns mitos sobre isso.

 

Mitos sobre o abdominal

Muitas pessoas acham que somente trabalhando a musculatura do abdômen será possível prevenir lesões na coluna lombar, por exemplo. Por muito anos isso foi tido como uma verdade, mas atualmente sabe-se que o excesso de ativação muscular (neste caso, na musculatura posterior da coluna) pode ser um fator preditivo para o aparecimento de dor nas costas.

Então, vamos acabar com o primeiro mito: malhar excessivamente o abdômen não é garantia de saúde ou prevenção para alguma lesão músculo esquelética! Mas… se a musculatura do abdômen for trabalhada em harmonia com o restante do corpo, teremos excelentes resultados funcionais, principalmente se pensarmos no equilíbrio dos movimentos, atrelado a prática esportiva. Fato é que a musculatura do abdômen bem trabalhada pode atuar junto com outros músculos do corpo para a melhora da performance.

Outro fator importante é que não podemos afirmar que, de forma isolada, o abdômen poderá modificar a postura em relação a coluna. O trabalho específico de algumas porções do abdômen pode ser benéfico para determinados casos, mas não pode agir de forma isolada. Assim, não podemos afirmar que trabalhar apenas a musculatura do abdômen irá ajudar na postura da coluna. Assim como também não há relação entre uma musculatura forte do abdômen e a respiração, como alguns acreditam.

Melhores exercícios para o abdômen

Independentemente disso tudo, praticar exercícios é sempre uma atividade benéfica para o corpo e a mente. A população brasileira como um todo ainda não se exercita o suficiente e, infelizmente, vivemos em uma época onde o sedentarismo ainda predomina. Nosso corpo foi feito para se movimentar e ele precisa de movimento para manter-se saudável. As estruturas que estão diretamente envolvidas nisso são os músculos e seria injusto colocarmos a culpa somente no abdômen, pois ele entra no pacote todo. Então, se você quer começar a se mexer, pode anotar os melhores exercícios para a musculatura abdominal:

 

Abdominal tradicional

Ele é feito deitado no chão e com a barriga voltada para cima. Você inclina o tronco para frente e trabalha principalmente a região do músculo reto superior.

 

Ponte

Com a barriga para cima e as pernas flexionadas, faça o movimento de elevação do quadril.

 

Prancha

A prancha frontal é feita com os cotovelos flexionados e os antebraços apoiados no chão, assim como os pés. O quadril deve ser elevado até o nível dos ombros e deve ser mantido nesta posição por um determinado tempo.

 

Pilates

Tanto no solo, quanto em aparelhos, os exercícios do pilates são uma ótima forma de trabalhar o abdômen.

 

Fonte: Minha Vida.

Caminhada: 11 benefícios para o corpo e a mente

Você conhece algum exercício mais fácil de praticar do que a caminhada? Ela não exige habilidade, é barata, pode ser feito praticamente a qualquer hora do dia, não tem restrição de idade e ainda pode ser feita dentro de casa se a pessoa tiver uma esteira. “Para uma pessoa que não pratica nenhum tipo de esporte, uma caminhada de 10 minutos por dia já provoca efeitos perceptíveis ao corpo, depois de apenas uma semana”, explica o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp. Além da melhora do condicionamento físico, as vantagens de caminhar para a saúde do corpo e da mente são muitas, e comprovadas pela ciência. O Minha Vida reuniu 11 benefícios que esse hábito pode fazer para você. Confira aqui e movimente-se:

Na pesquisa Life Insights: Health Report 2017, feita pelo Minha Vida, 49,3% da população faz exercícios aeróbicos regularmente, 21,8% fazem exercícios de vez em quando e 26,8% não fazem exercícios físicos. Além disso, 59,2% dos participantes procuram andar a pé sempre que possível para ter uma vida mais saudável. Ou seja, ainda tem bastante gente precisando de motivação para pular da cama e se movimentar.

Entre as pessoas que já caminham ou fazem alguma outra atividade aeróbica, os principais motivos são: para envelhecer com mais saúde (78,2%), para se sentir mais disposto (76%) e para se manter em forma (66,5%). Nesse grupo, 53,3% se exercita sem academia de ginástica e 46,7% frequenta a academia. E, claro, 9,6% dos participantes confessaram que pagam a academia, mas nunca vão. Aposto que você conhece alguém assim!

Pensando nisso, a caminhada é uma ótima forma de começar um novo estilo de vida. Quer saber mais? Abaixo, confira mais detalhes sobre os benefícios dessa atividade física:

1. Melhora a circulação

Um estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, provou que caminhar durante aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.

Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. “Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas”, explica o fisiologista Paulo Correia.

2.Deixa o pulmão mais eficiente

O pulmão também é bastante beneficiado quando caminhamos. De acordo com Paulo Correia, as trocas gasosas que ocorrem nesse órgão passam a ser mais poderosas quando caminhamos com frequência. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras.

 

“A prática da caminhada, se aconselhada por um médico, pode ajudar também a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite. Em alguns casos mais simples, ela tem o mesmo efeito de um xarope bronco dilatador”, explica.

3. Combate a osteoporose

O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna, e a movimentação de todo o esqueleto durante uma caminhada faz com que haja uma maior quantidade estímulos elétricos em nossos ossos, chamados de piezelétrico. Esse estímulo facilita a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose.

“Na fase inicial da perda de massa óssea, a caminhada é uma boa maneira de fortalecer os ossos. Mesmo assim, quando o quadro já é de osteoporose, andar frequentemente pode diminuir o avanço da doença”, diz o fisiologista da Unifesp.

4. Afasta a depressão

Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio produzido pela hipófise, responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando uma pessoa começa a praticar exercícios, ela automaticamente produz endorfina.

Depois de um tempo, é preciso praticar ainda mais exercícios para sentir o efeito benéfico do hormônio. “Começar a caminhar é o inicio de um círculo vicioso. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, o que te dá mais ânimo. Esse relaxamento também faz com que você esteja preparado para passar cada vez mais tempo caminhando”, explica Paulo Correia.

5. Aumenta a sensação de bem-estar

Uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins, pode melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, no Reino Unido.

Comparando dados de 1,2 mil pessoas de diferentes idades, gêneros e status de saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que se envolviam em caminhadas ao ar livre e também, ciclismo, jardinagem, pesca, canoagem, equitação e agricultura, apresentavam efeitos positivos em relação ao humor e à autoestima, mesmo que essas atividades fossem praticadas por apenas alguns minutos diários.

6. Deixa o cérebro mais saudável

Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Entretanto, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito antienvelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, ao aumentar seus circuitos e reduzir os riscos de problemas de memória e de atenção. “Os estímulos que recebemos quando caminhamos aumento a nossa coordenação e fazem com que nosso cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos, sejam eles visuais, táteis, sonoros e olfativos”, comenta Paulo Correia.

Outro estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, afirma que as pessoas que caminham em média 10 quilômetros por semana apresentam metade dos riscos de ter uma diminuição no volume cerebral. Isso pode ser um fator decisivo na prevenção de vários tipos de demência, inclusive a doença de Alzheimer, que mata lentamente as células cerebrais.

7. Diminui a sonolência

A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. Essa substância deixa o corpo mais disposto durante as horas subsequentes ao exercício. Somado a isso, a caminhada melhora a qualidade do sono de noite.

“Como o corpo inteiro passa a gastar energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia. Por isso, poucas pessoas que caminham frequentemente têm insônia e, consequentemente, não tem sonolência no dia seguinte”, completa o especialista da Unifesp.

8. Mantém o peso em equilíbrio e emagrece

Esse talvez seja o benefício mais famoso da caminhada. “É claro que caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima de gorduras localizadas”, afirma Paulo Correia.

E o papel da caminhada na perda de peso não para por aí. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que, mesmo horas depois do exercício, a pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular.

A conclusão foi de que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários. Isso ocorre porque quem faz um treinamento intensivo de resistência, como é o caso da caminhada, tem um metabolismo mais acelerado.

9. Controla a vontade de comer

Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, sugere que fazer caminhadas pode conter o vício pelo chocolate. Durante o estudo, foram avaliadas 25 pessoas que consumiam uma quantidade de pelo menos 100 gramas por dia de chocolate. Os chocólatras tiveram que renunciar ao consumo do doce e foram divididos em dois grupos, sendo que um deles faria uma caminhada diária.

Os pesquisadores perceberam que não comer o chocolate, juntamente com o estresse provocado pelo dia a dia, aumentava a vontade de consumir o doce. Mas, uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa da vontade pela guloseima.

 

“Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem o estresse, efeito que muitas pessoas buscam compulsivamente na comida”, afirma Paulo Correia.

10. Protege contra derrames e infartos

Quem anda mantém a saúde protegida das doenças cardiovasculares. Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra derrames e infarto. “Os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam”, diz Paulo.

A caminhada também regula os níveis de colesterol no corpo. Ela age tanto na diminuição na produção de gorduras ruins ao organismo, que têm mais facilidade de se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos e por isso causar derrames e infartos, como no aumento na produção de HDL, mais conhecido como colesterol bom.

11. Diabetes

A insulina, substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada, já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.

Outro ponto importante é que o treinamento aeróbico intenso produzido pela caminhada é capaz de reverter a resistência à insulina, um fator importante para o desenvolvimento de diabetes. Assim fica comprovado que os exercícios têm ainda mais benefícios contra o mal do que se pensava anteriormente.

“Quanto maior a quantidade de insulina no sangue, maior a capacidade das células absorverem a glicose. Quando esse açúcar está circulando livremente no sangue, pode causar diabetes”, explica o fisiologista da Unifesp.

 

Fonte: Minha Vida.

Obesidade infantil – como combater e tratar

 

A obesidade infantil pode causar, nos pequenos, problemas considerados de adultos, como diabetes, colesterol alto, insônia e hipertensão. “Essa criança também terá mais predisposição à obesidade no futuro”, diz o médico nutrólogo Daniel Magnoni, da Divisão de Nutrição Clínica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.

Cuidados  

De acordo com os médicos, em praticamente 100% dos casos, os culpados pela obesidade infantil são os pais. Afinal, o ambiente familiar determina o comportamento do filho até a idade adulta. “Será mais difícil uma criança ter um estilo de vida saudável se ela tem pais sedentários que comem junk food”, diz Luiz Vicente Berti, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, em São Paulo.

Estimular a prática de atividades físicas

Trocar o passeio no shopping por uma ida ao parque já ajuda (e muito) a inserir a atividade física na rotina do filho. “As crianças precisam gastar energia todos os dias e manter o corpo ativo. Hoje, elas estão muito sedentárias e, com uma alimentação inadequada, acabam ganhando peso”, diz Luiz Vicente Berti, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, em São Paulo. Também é importante estimular o filho a participar de aulas de esportes na escola ou em clubes. Estudosconfirmam que pouca atividade física pode contribuir para o desenvolvimento da obesidade infantil.

Oferecer alimentos saudáveis (para a família inteira)

Refrigerantes, sucos açucarados e junk food são alguns alimentos quase sempre presentes no cardápio das crianças obesas. Aos poucos, esses produtos devem ser substituídos por verduras, legumes e frutas. “Oferecer alimentos saudáveis é um dos primeiros passos para que a criança não se torne obesa, mesmo que ela tenha predisposição genética para a doença”, diz o médico nutrólogo Daniel Magnoni, da Divisão de Nutrição Clínica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.

Controlar o ganho de peso na gestação

Vários estudos já mostraram que a obesidade materna aumenta o risco da infantil. “Filhos de mães obesas têm maior probabilidade de nascer com excesso de peso”, afirma Patricia Dualib, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). De acordo com um estudo, isso acontece porque a obesidade durante a gestação modifica permanentemente os mecanismos que regulam a energia e o metabolismo da criança — fazendo o pequeno ter mais apetite, por exemplo. Segundo a pesquisa, esses bebês têm mais risco de desenvolver obesidade nos anos seguintes.

Servir de exemplo para a criança

Uma criança inserida em um contexto familiar de prática de esportes, alimentação saudável e outros bons hábitos terá facilidade para se adaptar a esse modo de vida e manter distância da obesidade.

Fonte: http://veja.abril.com.br/saude

Como a atividade física pode auxiliar na prevenção e tratamento do câncer de mama

Saiba como prevenir e tratar o câncer de mama fazendo atividade física

Pesquisadores da Universidade de Estetino, na Polônia, apontaram que as mulheres com menor probabilidade de desenvolver Câncer de Mama dedicavam sete horas ou mais na semana às atividades físicas, treinando em um ritmo de moderado a intenso.

“Entre outros benefícios, esforços dessa magnitude elevam significativamente o gasto metabólico”, diminuindo assim a obesidade, fator que pode influenciar no aparecimento da doença, informa o professor de educação física Cassiano Merussi Neiva, da Universidade Estadual Paulista, em Bauru.

A importância dos exercícios em mulheres com câncer

Uma mulher já diagnosticada também leva vantagem ao se movimentar. “Os exercícios eliminam o excesso de lipídios que circulam no sangue. Aí, essas moléculas não são tão aproveitadas pelo tumor como substrato para seu desenvolvimento”, descreve Merussi Neiva. “A atividade física ainda reduz a formação de vasos ao redor do câncer, que servem para abastecê-lo de sangue”, completa Christina. Em outras palavras, é como se corridas e pedaladas auxiliassem a matar o inimigo de fome.

“É absolutamente necessário se submeter a uma avaliação completa com o objetivo de identificar eventuais restrições de movimento ou uma anemia, por exemplo”, observa Sousa Cruz.

Não é proibido calçar o tênis e dar suas passadas por aí durante o tratamento. Os exercícios atenuam o cansaço e as náuseas, efeitos colaterais decorrentes da própria terapia. Além disso, tirar o corpo do marasmo promove mais autonomia à paciente, melhora seu bem-estar e ainda ajuda a paciente a relaxar e dormir com mais facilidade.

E a musculação?

Verdade que a maioria dos artigos se debruça sobre o potencial das atividades aeróbicas, como caminhada e corrida, contra o tumor de mama. No entanto, levantar peso cerca de duas vezes por semana também deveria integrar o protocolo de treinamento das mulheres acometidas pela doença. “O exercício resistido diminui o linfedema, um inchaço que às vezes aparece nos braços delas”, exemplifica Merussi Neiva.

Leia mais em: https://saude.abril.com.br/bem-estar/saiba-como-prevenir-e-tratar-o-cancer-de-mama-fazendo-atividade-fisica/

 

10 razões para praticar exercícios físicos

De acordo com o personal trainer da academia KS, Sílvio Cezar Xavier, há pelo menos 10 razões para praticar exercícios:

1) Funciona mais que dieta quando o assunto é perda de peso, porque a atividade física promove aceleração do metabolismo, que consome calorias até em repouso;

2) Melhora a postura, pois, através de exercícios localizados, os músculos das costas e do abdome reeducam o corpo, prevenindo contra dores musculares;

3) Regula o sono, pois a prática de exercícios libera endorfina, uma enzima que proporciona bem-estar e diminui a ansiedade e o estresse;

4) Inibe os resfriados, pois a prática de atividade física fortalece o sistema imunológico;

5) Diminui os riscos do câncer de mama, pois os exercícios diminuem os níveis de estrogênio – hormônio intimamente ligado ao câncer de mama;

6) Combate a osteoporose, pois fortalece a massa óssea devido ao impacto promovido pelos exercícios no corpo;

7) Reduz o colesterol ruim, pois cataboliza gorduras que circulam pelo organismo;

8) Previne o diabetes, pois contribui para regular a produção de insulina;

9) Controla a hipertensão, pois libera substâncias que causam a dilatação e o fortalecimento dos vasos sanguíneos;

10) Aumenta a libido e a performance sexual, pois melhora a auto-estima e o condicionamento físico.

Por Julia Rezende

http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=dicas_mat&url_id=133

TÊNIS – benefícios para quem pratica

                                                   

Tênis não tem idade para começar e nem para parar. É uma prática que exercita corpo e mente.

Tão eficaz quanto a prática da corrida, uma hora jogando tênis queima em média 600 calorias, podendo chegar a mais, dependendo da intensidade

Seja para competir ou simplesmente para se divertir, o tênis traz diversos benefícios para a nossa saúde:

Combate a doenças

Uma partida de tênis pode durar de uma a duas horas, com intervalos que são ideais para uma melhora na saúde cardiovascular, essencial para diminuir o risco de doenças como ataques cardíacos e derrames. Os movimentos aeróbicos rápidos provocam uma boa queima de gordura, aumentando o ritmo cardíaco e promovendo níveis mais elevados de energia. Também ajuda a prevenir a osteoporose, diminui a ansiedade, o estresse e o risco de depressão.

Desenvolvimento muscular

O jogo desenvolve as partes superiores e inferiores do corpo. A movimentação trabalha a musculatura das pernas, braços, costas e abdômen.

Neurônios mais espertos!

Tênis é um jogo rápido que requer um cérebro atento! Envolve agilidade e coordenação de diferentes partes do corpo, logo quanto mais você joga, melhores e mais fortes ficam as conexões neurais envolvidas nessas funções

Autoestima

Em um estudo realizado na Universidade Southern Connecticut, foram testados os benefícios psicológicos de vários esportes e entre os não-atletas, jogadores de tênis pontuaram mais na autoestima, vigor e otimismo.

Já aderiu à prática do tênis? Motivos são o que não faltam.