Como ganhar massa muscular: alimentos para ganhar músculos

Começar a fazer aulas de musculação é a primeira medida de quem está procurando um corpo mais definido. Além disso, ter uma alimentação adequada faz diferença para os resultados aparecerem. “Esta questão é incontestável. Uma alimentação deficiente ou desregrada pode afetar diretamente o rendimento e o resultado de um treino, principalmente pelo consumo errado de carboidratos, ou por outro lado, o seu consumo exagerado momentos antes da prática física” explica a nutricionista Maria Luiza Bellotto, especializada em Nutrição Esportiva.

Segunda a especialista, assim como alguns alimentos podem atrapalhar o desempenho, outros ajudam na formação dos músculos, na manutenção da saúde do tecido muscular e aumentam a energia durante o exercício.

O nutriente mais importante para quem está em busca de músculos mais volumosos e definidos é a proteína. “As proteínas têm a função de reparar as microlesões que ocorrem como um processo fisiológico normal quando se pratica atividade física e proporcionar a sua regeneração e formação de novas células musculares. Elas também têm o papel fundamental para a formação de hormônios em geral e transporte de nutrientes pelo corpo”, explica Maria Luiza Bellotto.

Por isso, para ficar em forma (Descubra seu peso ideal) e melhorar o resultado do treino, escolha os alimentos certos para colocar no prato.

Ovo

Ele possui aminoácidos essenciais para formar o tecido muscular e também para mantê-lo funcionando bem. “A gema do ovo é formada por proteína de alto valor biológico. Assim, ela combate microlesões e ajuda novas células a serem formadas”, diz. Além disso, o ovo também é fonte de vitamina D, que aumenta a síntese de proteínas e, consequentemente, ajuda na formação de novos músculos.

Azeite de oliva

Rico em gorduras monoinsaturadas e polifenóis, o azeite de oliva impede a oxidação de tecidos, processo que leva ao envelhecimento dos músculos. Ele também diminui os níveis de colesterol ruim, o LDL, na corrente sanguínea, previne contra acidentes vasculares e infartos e ainda dá mais energia. De acordo com a nutricionista, essas gorduras são fontes de energia para as células de todo o corpo, aumentando a resistência das células musculares.

Abacaxi

Leve e refrescante, o abacaxi é ideal para ser consumido um pouco antes do treino. Ele é fonte de potássio, magnésio e cálcio, minerais diretamente envolvidos na contração muscular. Contém também as vitaminas A, B1 e C, que impedem a oxidação dos músculos. “Alimentos de baixo a médio índice glicêmico, de fácil digestão e com fibras, como as frutas, são ótimas para serem consumidas antes do treino, já que não pesam no estômago e contém nutrientes e vitaminas importantes para o corpo”, diz Maria Luiza Bellotto.

 

Soja

Um estudo feito pela Universidade de Evansville, nos Estados Unidos, concluiu que a proteína da soja atua na síntese e na reposição de proteínas perdidas durante a atividade física. Assim, colocar soja na dieta ajuda não só na formação do tecido muscular como também em sua manutenção.

Cereja

Consumir essa frutinha duas vezes por dia ajuda a reduzir as dores musculares causadas por exercícios físicos, diz um estudo feito pela Universidade de Northumbria, no Reino Unido. “A cereja tem grandes quantidades de potássio, fibras e vitamina C, nutrientes importantes para o corpo, e que podem acelerar o processo de recuperação muscular”, diz a nutricionista Carla Fiorillo, da Unifesp.

Espinafre

Quem sempre comeu espinafre pensando no exemplo do Popeye acertou em cheio. Essa verdura tem octacosanol, uma substância presente em vegetais verde-escuros que aumenta a captação de oxigênio pelos músculos. “O octacosanol potencializa o processo de geração de energia pela quebra de açucares, gorduras e proteínas. Portanto, se não aumenta de modo significativo a força muscular, ao menos já sabemos o espinafre participa diretamente no metabolismo de produção de energia para os músculos”, explica Maria Luiza Bellotto

Carne vermelha

Ela é a principal fonte da vitamina B12, indispensável para o bom funcionamento das células nervosas e musculares do corpo. Além disso, a carne vermelha é fonte de todos os aminoácidos essenciais para o organismo, ferro, zinco e proteínas. Na hora de escolher a carne, vale a pena escolher os cortes magros, como maminha, lagarto e filé mignon.

Quantidade ideal: a carne vermelha deve ser consumida de duas a três vezes por semana. Um bife médio de carne magra tem de 150 a 200 calorias e não compromete a dieta.

Agrião

Fonte de ferro e vitamina C, essa hortaliça diminui a fadiga muscular causada por atividades físicas muito intensas, segundo um estudo feito pela Universidade Cornell, nos Estados Unidos.

Água

Como aproximadamente 70% dos nossos músculos são formados por água, é muito importante manter o corpo hidratado para ter uma musculatura mais volumosa e definida. “Além disso, sem água não há uma síntese proteica eficiente, o que atrapalha a formação de novos tecidos musculares”, diz Maria Luiza Bellotto.

 

Brócolis

Para quem sente muitas dores depois dos exercícios, comer brócolis é fundamental. Um estudo feito pela Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, descobriu que ingerir uma porção de brócolis em pelo menos uma das refeições do dia ajuda a prevenir dores nos músculos, bastante comuns após os exercícios. “Esse estudo mostra um resultado muito possível, já que o brócolis é um alimento rico em vitaminas antioxidantes. Os carotenoides presentes em grandes quantidades no brócolis são o betacaroteno, luteína e zeaxantine. Estes antioxidantes neutralizam os radicais livres, que causam danos às células saudáveis”, explica Maria Luiza Bellotto.

 

Fonte: Minha Vida.

Clube promoverá Café das Mães no dia 12/05

Todas as mamães associadas do Grêmio Aquático de Carazinho estão convidadas para participar do Café das Mães – edição 2018. O evento vai ocorrer no próximo dia 12 de maio, um sábado, a partir das 8h30, no Salão Social.

Além de um delicioso café da Bio Store, o encontro contará com a palestra da psicóloga Valéska Walber, com o tema “A importância da figura materna na família e na sociedade”. Haverá ainda apresentação do Baby Class do clube.

Para facilitar a participação no evento, as mamães que quiserem poderão deixar seus filhos no Espaço Kids do Aquático.

Os cartões estão à venda na Secretaria do Clube por R$ 12,00. Garanta já o seu e participe desse encontro totalmente pensado para você!

Edital Assembleia Geral Ordinária

Confira o Edital de Convocação da Assembleia Geral Ordinária, que ocorre no próximo dia 15 de maio de 2018.

 

 

10 dicas para manter os joelhos saudáveis depois dos 40 anos

Após essa fase da vida, os joelhos começam a perder a cartilagem e a prática de atividades físicas exige cuidados

 

Atividade física sem supervisão, falta de alongamento, sobrepeso, histórico genético e a idade podem ser responsáveis por diversas lesões nos joelhos. O último fator citado, por exemplo, tende a ser determinante para manter a qualidade de vida equilibrada. Depois dos 40 anos de idade, os joelhos começam a perder a cartilagem, reflexo do início de desgastes nas articulações.

Escute com atenção e siga as recomendações, mesmo que isso signifique atrasar um pouco o início da retomada dos exercícios ou até aprender um novo esporte. Seus joelhos agradecerão!

Olhar a balança com atenção

Na balança, veja como está seu peso em relação à altura. Lembre-se que as articulações dos membros inferiores são responsáveis por carregar o peso do corpo durante os deslocamentos. Sofrem com isso sempre que ele estiver mais do que 10% acima do ideal para sua idade e, principalmente, se esse acréscimo é às custas de massa gorda. Essa condição não impede a prática de exercícios, mas exige adaptações para compensar a sobrecarga que o corpo precisa suportar.

Cuidado com as doenças degenerativas

Cuide para que as doenças degenerativas, como artrite e artrose, não se instalem ou não progridam. As degenerações dos joelhos se aceleram naqueles que têm sobrepeso ou são classificados como obesos. Essas artrites também se desenvolvem mais rapidamente nos sedentários, ou seja, se relacionam intimamente com o número de horas em que você permanece sentado. Torne seu dia a dia mais ativo. Deixe o ônibus ou o carro de lado e vá a pé sempre que possível. Suba de andar pela escada, deixando o elevador para os que realmente precisam.

Cuidados durante o exercício

Cuide bem da maneira como você caminha e corre. Erros mecânicos, na proporcionalidade dos diversos segmentos do corpo durante a caminhada ou corrida, podem se revelar em dores localizadas na articulação dos joelhos.

Se você tiver acesso a análise da marcha, ótimo. Se não, seu médico, através do exame físico, poderá analisar inclinações (laterais, anteriores e posteriores), desvios, retrações que estão alterando essa mecânica e produzindo a dor que tanto incomoda.

Mantenha a força

Mantenha sempre a força dos músculos que movimentam os joelhos. Exercícios de resistência regularmente garantem a função de estabilidade secundária (a primária cabe aos ligamentos) dos joelhos. Músculos bem desenvolvidos ajudam também a distribuir os nutrientes necessários para a saúde da cartilagem articular.

Amplitude e flexibilidade

Mantenha sempre a amplitude de movimento e a flexibilidade dos joelhos. Isso representa um arco de movimento de -10 graus (ou seja, 10 graus de extensão) até 120 graus de flexão. Mantendo os joelhos flexíveis, podemos distribuir melhor a carga sobre a cartilagem articular, de maneira uniforme, sem que pontos isolados sofram com sobrecargas excessivas, enquanto outros não sofrem nenhum tipo de pressão.

Ter um bom condicionamento físico

Mantenha o condicionamento físico em dia. A boa perfusão dos vasos periféricos obtida com os exercícios aeróbios se encarregará de levar para todos os tecidos os nutrientes necessários para um bom desempenho da articulação do joelho. Essa rede de vasos sanguíneos, recrutada pelos exercícios aeróbios, também se encarregará de remover as células desgastadas e estimular a sua substituição por novas.

Valorize a dor

Caso aconteça a dor, ela pode servir de alerta para uma doença que se avizinha e, que se for surpreendida no seu início, geralmente é de tratamento mais fácil. Caso a dor seja leve a ponto de não mudar suas rotinas de trabalho e esporte, não inspiram maiores cuidados. No entanto, a persistência por dias seguidos e o agravamento da intensidade da dor a ponto de alterar sua rotina diária, exigirá uma consulta médica para descobrir o seu motivo e iniciar tratamento e recuperação o mais precoce possível.

Não desista dos esportes

As atividades físicas são de extrema importância para manter uma rotina saudável e equilibrada. Por isso, aproveitar o esporte com cautela e adotar os cuidados que citei acima são atitudes que irão ajudar a adaptar suas condições atuais à prática escolhida.

 

Fonte: Minha Vida.

Vitamina D 11 sintomas de deficiência desse nutriente

Nutriente previne 17 tipos de câncer e pode ser um tratamento para doenças autoimunes

 

A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel essencial para o corpo humano e sua ausência pode proporcionar uma série de complicações. Afinal, ela controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular. A principal fonte de produção da vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância. Alguns alimentos, especialmente peixes gordos, são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe. Ela também pode ser produzida em laboratório e ser administrada na forma de suplemento, quando há a deficiência e para a prevenção e tratamento de uma série de doenças.

Esta substância ainda age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas não transmissíveis, entre elas a síndrome metabólica que tem como um dos componentes o diabetes tipo 2.

A vitamina D foi denominada desta forma em 1922, pois naquela época acreditava-se que ela só poderia ser obtida por intermédio da alimentação. Ela foi batizada de D por ter sido a quarta substância descoberta, depois das vitaminas A, B e C. A partir da década de 1970 os pesquisadores descobriram que a vitamina D poderia ser sintetizada pelo organismo, ou seja, na realidade ela é um hormônio, não uma vitamina.

Sinais de deficiência de vitamina D

A vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo, ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla, e no processo de diferenciação celular, a falta deste nutriente favorece 17 tipos de câncer. Veja outros benefícios:

1. Depressão

Baixos níveis da vitamina já foram associados a doenças cardiovasculares e neurológicas. Agora, psiquiatras do UT Southwestern Medical Center, no Texas, Estados Unidos, encontraram ligação entre baixos níveis de vitamina D e depressão. Os resultados foram publicados no periódico Mayo Clinic Proceedings.

Os pesquisadores, que trabalham no Cooper Center Longitudinal Study, examinaram os resultados de quase 12.600 participantes de estudos feitos entre 2006 e 2010. Depois de cruzarem os dados, eles descobriram que níveis mais elevados de vitamina D estavam associados a um declínio significativo do risco de depressão, em especial entre pessoas que já possuíam um histórico da doença. Os especialistas, entretanto, ainda não chegaram a uma quantidade exata do nutriente capaz de diminuir os sintomas da depressão.

2. Problemas nos ossos

A vitamina D é necessária para a absorção do cálcio pelos ossos. Pessoas com deficiência de vitamina D chegam a aproveitar 30% menos de cálcio proveniente da dieta. O cálcio é responsável por fortalecer ossos e dentes. A deficiência deste nutriente pode causar o raquitismo na infância e a osteoporose na vida adulta. Um exemplo da importância da combinação dessas duas substâncias é que sempre que a recomendação de suplementação de cálcio é recomendada ela é feita juntamente com a vitamina D para atuar na absorção do mineral.

Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com 40.000 pessoas com mais de 65 anos observou que a suplementação de vitamina D reduz em 20% o risco de fraturas no quadril e em outras regiões com exceção da coluna vertebral.

3. Doenças do coração

A vitamina D participa do controle das contrações do músculo cardíaco, necessárias para bombear o sangue para o corpo. Além disso, ela permite o relaxamento dos vasos sanguíneo e influencia na produção do principal hormônio regulador da pressão arterial, a renina.

A falta da vitamina D pode levar ao acúmulo de cálcio na artéria, favorecendo o risco de formação de placas. Com todas essas questões, as chances de desenvolver doenças cardiovasculares como insuficiência cardíaca, derrame e infarto são maiores em pessoas com deficiência de vitamina D.

Uma pesquisa feita com 50.000 homens pelo Harvard School of Public Health durante dez anos observou que aqueles que tinham deficiência em vitamina D possuíam duas vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco do que os homens que não tinham a deficiência.

4. Risco na gravidez

A vitamina D é muito importante para as gestantes. No primeiro trimestre a falta dela pode levar a abortos. Em casos de abortos múltiplos no início da gravidez, pode ser que o sistema imunológico da mãe esteja rejeitando a implantação do embrião. Como a vitamina D age no sistema imunológico, ela pode corrigir este problema.

Além disso, no final da gravidez, a ausência da vitamina D pode causar a pré-eclâmpsia, doença na qual a gestante desenvolve a hipertensão. Afinal, esta substância influência na produção da renina, principal hormônio regulador da pressão arterial. A falta de vitamina D também aumenta as chances da criança ser autista, pois ela é importante para o desenvolvimento do cérebro do bebê.

Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition feita com mais de 1000 gestantes, observou que quando a mulher ingere a vitamina D os riscos do bebê desenvolver problemas respiratórios diminuem.

Outro estudo feito pela Universidade da Carolina do Sul, dos Estados Unidos, com 500 gestantes observou que o suplemento de vitamina D previne problemas como diabetes gestacional, parto prematuro e infecções.

5. Diabetes

O fato da vitamina D influenciar a produção de renina também é interessante para prevenir o diabetes, pois a falta desta substância favorece a doença. Além disso, a produção de insulina pelo pâncreas requer a participação da vitamina D.

Como a diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, a vitamina D torna-se interessante por ser um imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo.

Um estudo realizado pelo Institute of Child Health da Inglaterra acompanhou 10.000 crianças finlandesas desde o nascimento e observou que aquelas que receberam regularmente suplementos da vitamina tiveram 90% menos chances de desenvolver diabetes tipo 1.

6. Prejudica a força muscular

A vitamina D contribui para a força muscular, portanto, sua ausência leva a perda dessa força e aumenta o risco de quedas e fraturas. Uma pesquisa feita pela Universidade de Zurique com pessoas acima de 65 anos observou que o consumo de vitamina D pode diminuir o risco de quedas em 19%.

7. Doenças autoimunes

A vitamina D já está sendo utilizada no tratamento de doenças autoimunes, condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. A vitamina D é um imunoregulador que inibe seletivamente o tipo de resposta imunológica que provoca a reação contra o próprio organismo. O tratamento de doenças autoimunes com vitamina D é algo recente, mas é visto por especialistas como um grande avanço da medicina.

Algumas das doenças autoimunes que podem ser tratadas com altas doses de vitamina D são: esclerose múltipla, artrite reumatoide e problemas oftalmológicos que podem comprometer seriamente a visão do indivíduo e para os quais o tratamento costumava ser muito difícil.

O neurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), já tratou cerca de 1.200 pacientes com esclerose múltipla e muitos outros com diferentes tipos de doenças autoimunes utilizando principalmente o tratamento com doses de vitamina D.

O tratamento pode não só evitar que a doença avance como também proporcionar a recuperação de sequelas recentes. Tudo irá depender da doença e do tempo que a pessoa tem as sequelas, por isso o quanto antes iniciar o tratamento, melhor.

É importante ressaltar que este tipo de tratamento com suplementos de vitamina D deve ser realizados somente por médicos, pois o consumo em excesso da substância por conta própria pode causar sérios problemas para a saúde.

Outro estudo publicado no Journal of The American Medical Association feito com 7 milhões de norte-americanos constatou que o consumo de suplementos de vitamina D está associado ao menor risco de esclerose múltipla.

8. Câncer

A falta de vitamina D favorece 17 tipos de câncer, como os de mama, próstata e melanoma. Isto ocorre porque a substância participa do processo de diferenciação celular, que mantém as células cardíacas como células cardíacas, as da pele como da pele e assim por diante. Desta maneira ela evita que as células se tornem cancerosas. Além disso, a vitamina D ainda promove a autodestruição das células cancerosas.

Por essas razões, alguns estudos mostraram que além de prevenir o câncer, o consumo de altas doses dessa substância pode ser eficaz no combate a determinados tipos de câncer. Porém, neste caso também é necessário que a ingestão dos suplementos de vitamina D sejam realizados com o acompanhamento médico.

De acordo com o National Cancer Institute dos Estados Unidos há diversos estudos que apontam que a vitamina D é uma aliada no tratamento do câncer, especialmente do colorretal, de próstata e do seio. Porém, o instituto também diz que ainda são necessários mais estudos.

9. Autismo

Como a vitamina D é importante para o desenvolvimento do cérebro, ela ajuda a prevenir o autismo durante a gestação. Caso a pessoa tenha esta condição, continua interessante que ela obtenha a vitamina D, o que muitas vezes não ocorre facilmente por meio da exposição solar, fonte da substância, pois o indivíduo passa muito tempo em ambientes fechados.

Um estudo realizado pelo Children?s Hospital Oakland Research Institute, nos Estados Unidos, observou que três hormônios do cérebro que afetam o comportamento social, serotonina, ocitocina e vasopressina, são ativados pela vitamina D.

10. Gripes e resfriados

Este benefício tem sido estudado com base em alguns problemas causados pela falta de vitamina D. Crianças com deficiência de vitamina D tem mais chances de desenvolver infecções respiratórias. Já adultos com menores quantidades de vitamina D contraem mais resfriados e problemas no trato respiratório.

Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition que contou com a participação de 340 crianças japonesas durante quatro meses observou que os riscos de contrair gripe diminuiu no grupo que ingeriu o suplemento de vitamina D.

11. Risco de morte prematura

Uma pesquisa publicada no Archives odfInternal Medicine sugere que tomar suplementos de vitamina D podem reduzir as taxas de mortalidade. O estudo observou o resultado de 18 estudos que contaram no total com cerca de 60.000 participantes e constatou que o consumo de suplementos de vitamina D diminui em 7% o risco de mortalidade por qualquer causa.

Como obter a vitamina D

Apesar de estar presente em alimentos de origem animal, estas comidas não possuem a quantidade de vitamina D que o organismo necessita. Por isso, para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos, pois a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional a quantidade de pele que está exposta.

Ao se expor ao sol para obter a vitamina é importante não passar o filtro solar. Para se ter uma ideia, o protetor fator 8 inibe a retenção de vitamina D em 95% e um fator maior do que isso praticamente zera a produção da substância. Para evitar o câncer de pele, após os 15 a 20 minutos recomendados para obter a vitamina, passe o protetor solar.

As janelas também atrapalham a absorção da vitamina D. Isto porque os raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem atravessar os vidros.

A exposição ao sol da maneira recomendada irá proporcionar as 10 mil unidades de vitamina D. Como a exposição solar já irá proporcionar boas quantidades da substância, é importante que a necessidade do indivíduo seja analisada por um profissional da saúde a fim de saber se apenas o sol é o suficiente ou se é preciso uma alimentação rica na substância ou suplementação.

 

Fonte: Minha Vida.

 

Festival Interno de Natação reúne 80 crianças

Na manhã deste sábado, 14/04, o Grêmio Aquático de Carazinho promoveu o Festival Interno de Natação, que apresentou aos pais e demais associados todo o aprendizado adquirido pelas crianças nas aulas de Natação do clube.

As professoras Ana Silvia Haubert e Rosane Dariz conduziram os alunos nas demonstrações. O clube parabeniza as crianças pela dedicação nas aulas e pela superação alcançada. Além disso, agradece aos pais pela confiança depositada nesta atividade física que oferece diversos benefícios às crianças.

Veja algumas das fotos:

Crianças comemoram a Páscoa no Clube

As turmas infantis da Natação e as crianças do Espaço Kids participaram na semana passada das Caças aos Ninhos. As atividades recreativas integraram a criançada e ainda deixaram a Páscoa mais doce. Confira nossos registros: